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Um em cada cinco transplantes pediátricos do Brasil em 2025 foi realizado no Pequeno Príncipe

Quando recebeu a notícia de que um coração compatível havia sido encontrado, Mariah Cruz dos Santos não pensou nos riscos da cirurgia nem no longo caminho que percorreu até aquele momento. A menina, de Lages (SC), pegou o telefone e ligou para a família para contar que estava prestes a ganhar um coração novo.

Para os pais, a emoção veio acompanhada de medo e esperança. Depois de enfrentar cirurgias, internamentos e o diagnóstico inesperado de uma miocardiopatia dilatada, a família chegou ao Hospital Pequeno Príncipe em busca da única alternativa capaz de mudar o futuro da filha: um transplante cardíaco.

“Minha pequena é transplantada, e o coração dela é novo, saudável e forte. Agora, a Mariah poderá brincar, correr e nadar — coisas que não podia fazer. Foi uma mistura de esperança e de alívio”, recorda a mãe, Rubia Cruz dos Santos.

Histórias como a de Mariah ajudam a explicar um marco alcançado pelo Hospital Pequeno Príncipe em 2025. Referência nacional em cardiologia pediátrica, a instituição realizou 12 transplantes cardíacos ao longo do ano — o maior volume anual de sua trajetória e o equivalente a aproximadamente 20% de todos os transplantes cardíacos pediátricos realizados no Brasil no período.

Esse resultado veio poucos meses após outro momento histórico: a realização do 50.º transplante cardíaco da instituição. Confira mais detalhes na matéria principal da edição de junho de 2026 do Pequeno Príncipe News.

Nesta edição da newsletter, você também vai conferir as notícias abaixo. Clique nos links para ler a íntegra dos textos.

  • Doações responderam por 86% dos investimentos em equipamentos do Hospital em 2025. O montante foi captado com empresas, fundações, investidores sociais, órgãos governamentais, parlamentares, Poder Judiciário e diferentes mecanismos de incentivo. Isso permitiu a aquisição e renovação de equipamentos da instituição, como aparelhos de anestesia para endoscopia e ultrassons para especialidades como cardiologia, por exemplo. Parte dos investimentos também foi destinada a áreas de apoio essenciais para a assistência.
  • Cuidar da saúde das pessoas também significa cuidar dos animais e do meio ambiente. Essa é a premissa da Saúde Única (One Health), conceito que reconhece que a saúde humana, a saúde animal e saúde ambiental são interdependentes e devem ser compreendidas de forma integrada. No Complexo Pequeno Príncipe, essa visão orienta iniciativas na assistência, no ensino e na pesquisa, fortalecendo um olhar sistêmico do cuidado e contribuindo para um futuro mais saudável e sustentável.