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Pequeno Príncipe leva cuidado especializado a crianças da Amazônia

Em um território onde o acesso à saúde pode exigir dias de deslocamento por rios ou estradas precárias, o cuidado especializado começa a chegar de forma mais ágil e resolutiva. Em Manicoré, no Amazonas, o Hospital Pequeno Príncipe tem ampliado o acesso à saúde de crianças e adolescentes por meio da telemedicina, conectando uma região remota à expertise de um dos maiores centros pediátricos do Brasil.

Com cerca de 57 mil habitantes e uma rede que atende mais de 230 comunidades ribeirinhas, o município enfrenta desafios logísticos que impactam diretamente o acesso à assistência especializada. Para se ter uma ideia, a distância até Manaus pode chegar a 377 quilômetros por via fluvial, principal meio de transporte da região, tornando transferências médicas longas, complexas e, muitas vezes, arriscadas para pacientes em estado grave.

É nesse cenário que a telemedicina se torna uma ponte essencial entre o cuidado local e a alta complexidade. Em Manicoré, o projeto atua em diferentes frentes, todas voltadas à qualificação do cuidado pediátrico. Entre elas, destacam-se as teleinterconsultas na atenção básica e a teleconsultoria em pediatria para o hospital regional, que conta com enfermaria pediátrica, mas não dispõe de especialistas na cidade. Saiba mais sobre este assunto na matéria principal da edição de abril de 2026 do Pequeno Príncipe News.

Nesta edição da newsletter, você também vai conferir as notícias abaixo. Clique nos links para ler a íntegra dos textos.

  • Construção do Hospital-Dia marca o início de uma nova etapa na instituição. A pedra fundamental do Hospital-Dia foi lançada em abril, dando início às obras da primeira unidade do projeto Pequeno Príncipe Norte, na região do Bacacheri, em Curitiba. A estrutura será voltada a atendimentos diurnos e cirurgias eletivas, contribuindo para a organização do fluxo assistencial e para a otimização da capacidade do Pequeno Príncipe.
  • Biobanco do Pequeno Príncipe impulsiona descoberta inédita sobre neuroblastoma. Essa descoberta recente da ciência internacional proporcionou novos caminhos para o tratamento desse tipo de câncer, que é um dos mais agressivos da infância. O estudo identificou mecanismos que ajudam o tumor a proteger-se no organismo e, a partir disso, apontou novas possibilidades terapêuticas.